15 de Janeiro – 2º Domingo Comum (Ano B)

A liturgia de hoje nos fala da vocação: a vocação de Samuel (1ª leitura), a vocação dos discípulos (Evangelho) e a vocação de todos nós, que somos de Deus e, com nossa vida, atitudes e palavras, devemos glorificá-lo (2ª leitura). Deus continua chamando. O chamado de Samuel, ou melhor, muito antes dele, o chamado feito aos primeiros homens e mulheres, Deus continua fazendo ao longo da história, convocando a todos para serem seus discípulos. É preciso ir ao encontro do Mestre, escutá-lo e permanecer com ele, convertendo nossa vida.

Sugestões: Preparar um painel com os vocacionados: padres, irmãs, seminaristas, leigos e leigas engajados, etc… Pode-se usar uma rede de pesca (se bem que não aparece no Evangelho), como símbolo do chamado. Nela, peixes com os nomes das lideranças da comunidade. Preparar uma oração vocacional para todos rezarem e convidar, ao final, para as pastorais da comunidade.

22 de Janeiro – 3º Domingo Comum (Ano B) A liturgia fala da conversão. Tanto a 1ª leitura como o Evangelho, mostram o convite à conversão. Nínive se converte pela pregação de Jonas e Jesus chama discípulos durante a pregação sobre a conversão. Na 2ª leitura, Paulo fala da brevidade do tempo e que o momento atual é o momento favorável, propício para a conversão. É o início do Evangelho de Marcos, que será lido durante todo este ano. A conversão é o ponto de partida do discipulado. Deus convoca o ser humano e o provoca à conversão total.

Sugestões: Um cartaz pode trazer o convite à conversão. A rede de pesca, que aparece neste Evangelho, pode enfeitar o altar. Nela pode ser fixado cartaz com o tema da missa. Como o tema é a conversão, pode-se dinamizar o ato penitencial, com a ideia de peixes perdidos (pecados, situações de morte, etc…). Como a pregação sobre a conversão é o centro da missa, pode-se preparar uma entrada solene da Bíblia, com os discípulos, pescadores, a figura do profeta Jonas, etc…

29 de Janeiro – 4º Domingo Comum (Ano B) Jesus é o grande profeta de Deus, conforme prometido na 1ª leitura, que fala a Palavra de Deus e a torna realidade concreta (Evangelho). A pregação de Jesus não é uma pregação vazia, para sustentar interesses particulares, mas uma pregação eficaz, que transforma a realidade e liberta o homem das cadeias e prisões (“demônios”) que o amarram. O homem não vive para si unicamente. Tem que ser livre de si mesmo, pois vive para Deus e, consequentemente, para os irmãos (2ª leitura).

Sugestões: Fazer uma entrada da Bíblia solene. Pessoas podem estar amarradas com correntes, lembrando os demônios do Evangelho, e serem libertas com a passagem da Bíblia. O ato penitencial pode fazer menção aos “demônios”, isto é, as situações que desconstroem e desestabilizam a vida da comunidade.

05 de Fevereiro – 5º Domingo Comum (Ano B) A liturgia mostra Jesus curando a sogra de Pedro, que se põe a serviço dele e de seus discípulos. Na 2ª leitura, Paulo diz que se fez irmão de todas as pessoas e se colocou a serviço de todos em vista do anúncio do Reino de Deus. Diante desta realidade do serviço, a 1ª leitura apresenta um retrato do mundo decaído, deprimido, sofredor e desarticulado em suas forças. Para este mundo, o Evangelho é um convite ao serviço: dar de nossa pobreza, ser irmão, mesmo na fraqueza, dos fracos e pequenos.

Sugestões: Valorizar as pastorais e movimentos que prestam diretamente serviço à vida e aos pobres. O símbolo do avental, que remete ao serviço, é muito oportuno. Fazer um painel com o retrato do mundo atual, convocando as pessoas para um compromisso efetivo com o serviço dos irmãos.