02 de Setembro – 22º Domingo Comum (Ano B)

As leituras falam da vivência da Palavra (1ª e 2ª leituras), como força de vida e luz para o caminho. A própria presença de Deus junto de seu povo é garantida pela sua Palavra (1ª leitura) Fazendo um contraponto, o Evangelho mostra os fariseus distorcendo a Palavra e transformando-a em minúcias rituais e ritos vazios. A Palavra é vida e não regra, e tem que levar os fiéis à prática do amor verdadeiro (2ª leitura).

Sugestões: Como é abertura do mês dedicado à Bíblia, preparar um altar especial para ela. Fazer uma entrada da Bíblia bem solene, com fogos e dança. Na entrada da Bíblia, várias pessoas poderiam trazê-la até o altar, passando-a de mão em mão. No abraço da paz, alguém pode pegar a Bíblia para passá-la pelo centro da Igreja, a fim de que as pessoas, tocando na Palavra, possam transmitir às demais a paz do Senhor.

09 de Setembro – 23º Domingo Comum (Ano B)

O Evangelho fala da abertura dos ouvidos do surdo e a 1ª leitura fala que a vida nova e a libertação são sinais da presença de Deus junto do seu povo. A 2ª leitura, por sua vez, exorta sobre a inclusão social, dizendo que a comunidade cristã não pode admitir acepção de pessoas. A presença de Jesus em nosso meio é presença libertadora. Cabe à comunidade de seus seguidores manter sua linha de atuação social: libertar todos os que estão acorrentados pelos males da vida.

Sugestões: No ato penitencial, pessoas com faixas nos ouvidos podem representar os pecados da comunidade. Poderia ser feito após a pregação. Fazer novamente a entronização da Palavra de Deus, trazida ao altar por pessoas que representam as várias condições sociais, raciais e profissionais da comunidade. Pode ser caracterização, de modo que fique mais claro o símbolo da inclusão de todos pela Palavra.

16 de Setembro – 24º Domingo Comum (Ano B)

A liturgia está centrada no messianismo de Jesus. No Evangelho, e a primeira leitura faz eco disto, o próprio Jesus se revela como Messias sofredor, homem das dores e solidário com os sofredores do mundo. Na 2ª leitura, Tiago afirma que não é possível ter fé sem prática concreta, sem testemunho claro por gestos visíveis, especialmente ligados ao amor ao próximo.

Sugestões: Fazer um painel com o Crucificado e fotos e dizeres sobre os sofredores do mundo de hoje. Nas preces, rezar a modo de ladainha por todas as situações de miséria, dor e exclusão da comunidade. A cada invocação, alguém caracterizado poderia entrar com um cartaz. Sugerir um gesto concreto, como a doação de um alimento a uma família necessitada, convidando as pessoas para que possam ir pessoalmente visitar a família carente.

23 de Setembro – 25º Domingo Comum (Ano B)

No Evangelho, Jesus repreende os discípulos por estarem disputando honras e lugares de destaque. Enquanto Jesus anuncia um Messianismo humilde e servidor, solidário com as dores do mundo, seus discípulos estão num movimento contrário ao seu. As leituras, por sua vez, mostram uma série de conflitos: ódio para com o justo, injustiça, maldade, rivalidade, guerras, conflitos, brigas, cobiça, etc. Assim como os discípulos do Evangelho estão disputando o primeiro lugar, a comunidade continua emaranhada em conflitos múltiplos.

Sugestões: Passar o ato penitencial para depois da homilia. Fazer o pedido de perdão com a comunidade sentada, para melhor introspecção e visualização. Os conflitos e formas de rivalidade podem entrar em procissão, a cada pedido de perdão que for feito. Concluir o ato penitencial com a comunidade de mãos dadas e com aspersão de água benta. Em seguida, dar o abraço da paz e da reconciliação.

30 de Setembro – 26º Domingo Comum (Ano B)

Na 1ª leitura e no Evangelho, aparece a multiplicação dos servidores do Reino. O espírito de liderança é partilhado com os anciãos no tempo de Moisés e, ao lado de Cristo, outros voluntários do bem espalhavam o amor e a libertação. Na 2ª leitura, Tiago condena os ricos e gananciosos, preocupados somente com seu mundo e seus bens, dizendo que apodrecerão junto com suas posses.

Sugestões: Fazer um mural com as pastorais e movimentos da Paróquia, convidando insistentemente as pessoas para o engajamento. Despertar a consciência missionária dos fiéis para a necessidade de colaborarem efetivamente com a obra do Reino. Na procissão de entrada, podem participar os coordenadores de pastorais ou, na das ofertas, que eles entrem com símbolos de sua pastoral.