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Dicas Litúrgicas (01/07 a 29/07)

30 de abril de 2014
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01 de Julho  Solenidade de São Pedro e São Paulo (Ano B)

A liturgia dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo celebra a unidade da Igreja (Pedro) e sua atividade missionária (Paulo). Ambos, unidos pelo martírio, mostram com sua vida o ideal a ser seguido pela comunidade dos discípulos de Jesus: unidos entre si e em torno do Senhor, os fiéis devem assumir o mandato missionário para transformar o mundo em Reino de Deus.

Sugestões: Fazer a entrada da Bíblia com símbolos missionários e com um globo. Preparar um painel com a foto do Papa, sucessor de Pedro. No canto do glória pode-se ter uma dança representando os vários continentes, mostrando a glória de Deus brilhando, pela ação missionária, em todos os cantos do planeta. Rezar uma oração vocacional pedindo a Deus o envio de mais missionários para a Igreja e o mundo.

08 de Julho – 14º Domingo Comum (Ano B)

A liturgia deste domingo está centrada na recusa da pregação pelo povo da terra de Jesus. O profeta, como também na 1ª leitura, é rejeitado por proclamar a Palavra de Deus, que, indubitavelmente, tem que provocar mudanças, rupturas e transformações na pessoa e na comunidade. A 2ª leitura, por sua vez, mostra a necessidade que o profeta tem de ser humilde, pois é na fraqueza que Deus revela seu poder e não na ostentação das pessoas.

Sugestões: Realçar a entronização da Palavra de Deus, já que o tema é a pregação profética. Pode-se fazer uma procissão com luzes e velas. No ato penitencial, pessoas com os ouvidos tapados podem trazer frases com pedidos de perdão. Após a conclusão pelo presidente da celebração, os ouvidos dessas pessoas podem ser destapados enquanto se canta o glória.

15 de Julho – 15º Domingo Comum (Ano B)

A liturgia de hoje fala do envio missionário (Evangelho) e da escolha que Deus faz de seus missionários (1ª leitura), sem buscar neles qualidades especiais, mas contando única e exclusivamente com sua boa vontade e abertura de coração. Na 2ª leitura, o autor da Carta aos Efésios traça os principais pontos do querigma, o primeiro anúncio missionário, chamando atenção para o fato de sermos todos predestinados por Deus a sermos dele e vivermos de sua Palavra.

Sugestões: Fazer uma entronização da Bíblia bem solene, ressaltando o anúncio da Palavra como grande expressão missionária. Valorizar os catequistas da comunidade, que são missionários e evangelizadores de nossas crianças, adolescentes e jovens. Aproveitar para renovar o convite à catequese e às outras formas de instrução e evangelização existentes na paróquia.

22 de Julho – 16º Domingo Comum (Ano B)

A liturgia de hoje traz a figura do pastor (1ª leitura e Evangelho), mostrando que Jesus, o pastor por excelência, se compadece de seu povo, perdido e desamparado como “ovelhas que não tem pastor”. O profeta, por sua vez, aponta para a promessa de Deus de enviar um pastor que cuide verdadeiramente de seu povo. Na 2ª leitura, o Cristo é apresentado como aquele que une o dividido, restaura o desestruturado, reedifica o destruído.

Sugestões: Aproveitar o tema agropastoril para enfeitar o espaço celebrativo. A Bíblia pode entrar carregada por alguém vestido de pastor. No ato penitencial, pode-se pedir perdão pelos fatores de divisão e dispersão da comunidade. Após a comunhão, pode-se envolver toda a comunidade com uma grande corda, dizendo que a comunhão feita deve unir a todos e fazer superar suas diferenças e divergências.

29 de Julho – 17º Domingo Comum (Ano B)
A liturgia de hoje fala da partilha, o grande milagre do amor (1ª leitura e Evangelho). Destaque especial se dá ao menino do Evangelho que tinha um pouquinho de pão. O garoto, ofertando de sua pobreza, desperta a consciência de todos para a partilha e todos se saciam. Na 2ª leitura, afirma-se que somos um só corpo, motivo pelo qual somos todos irmãos. Consequentemente, ninguém pode estar privado de seu direito à vida e à dignidade.

Sugestões: No ato penitencial, chamar a atenção para o egoísmo e as formas de acúmulo de bens em detrimento de todos. Na apresentação das ofertas, pedir a pessoas, do meio do povo, para ofertarem bandejas com pães, que podem ser distribuídos ao final da missa, num momento de confraternização da comunidade.