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Circular – Outubro 2007

1 de maio de 2014
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CONGREGAZIONE DELLA MISSIONE

CURIA GENERALIZIA

Via dei Capasso, 30
00164 Roma – Italia
e-mail: cmcuria@cmglobal.org

Chamada para as Missões

28 de outubro de 2007

Festa dos Apóstolos São Simão e São Judas

A todos os membros da Congregação da Missão

Bem-aventurados os que podem cooperar para a extensão da Igreja para outros lugares. (Carta de São Vicente ao missionário Pe. Jean Dehorgny (SV III,36; SVP.ES III,37)

Caríssimos irmãos em São Vicente,

A graça e a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo encham seus corações agora e sempre!

Escrevo novamente esta já tradicional carta de outubro, Chamada para as Missões. Meu propósito é o que está marcado nessa carta de São Vicente que citei há pouco. Ao longo da história da Congregação, tratamos de responder às necessidades da Igreja, aos pedidos de nossos Bispos. É evidente que a Igreja precisa é de homens apostólicos, isto é, missionários. Por isso, apelo de novo a todos os membros da Congregação da Missão para que continuam aprofundando seu espírito missionário, seja em suas próprias Províncias, seja em países estrangeiros, servindo fielmente, no seguimento de Cristo Evangelizador dos Pobres. A chamada desta carta se dirige a todos os Coirmãos que, tendo lido as necessidades que existem, sintam no mais fundo do coração um apelo para responder a estes pedidos.

Na carta de Chamada para as Missões deste ano, quero começar citando os Coirmãos que pediram para trabalhar em diferentes missões e foram aceitos, depois da minha carta escrita com este fim, em 2006. Ao mesmo tempo, quero mencionar os lugares onde ainda persistem as mesmas necessidade e os novos pedidos que recebemos. A ordem será a seguinte: as missões que dependem diretamente do Superior Geral e seu Conselho, pedidos que recebemos de Províncias da Congregação da Missão, outras missões novas.

MISSÕES INTERNACIONAIS

1. Ilhas Salomão: Começarei pela Missão Internacional das Ilhas Salomão, que depende da Cúria Geral, mas que está fortemente apoiada pela Conferência de Visitadores da Ásia e do Pacífico. Depois de nossa última Chamada para as Missões, temos três novos membros na comunidade das Ilhas Salomão. São os Pes. Flaviano Caintic, da Província das Filipinas, Emmanuel Prasetyono, da Província da Indonésia e Joeli Nairobi, nativo das Ilhas Fidji, que chegará em breve, da Província da Austrália. Dois membros dessa missão terminarão seu tempo ali, no final de 2007. São o Pe. Frank Vargas (da Província das Filipinas), que era reitor e superior, e o Pe. Joseva Tuimavule (da Província da Austrália). Aproveito a oportunidade para agradecer aos dois por seu generoso serviço. Sua presença certamente fortaleceu o apostolado e o crescimento do carisma vicentino nas Ilhas Salomão.

Recentemente assinamos um contrato que define as responsabilidades da Conferência de Visitadores da Ásia e do Pacífico (APVC) em relação à missão das Ilhas Salomão. A APVC foi muito generosa, assegurando o pessoal para esta missão, que dirige um seminário nacional, mantém uma paróquia e trabalha num centro de formação para o laicato. Nesse contrato, a APVC pede que esta missão esteja sempre aberta a outros membros da Congregação, para além das Províncias que compõem a APVC. Por isso, em fidelidade a esse acordo, incluo nesta carta-chamada um apelo em favor desta missão.

Além dos três apostolados específicos da missão nas Ilhas Salomão, nestes últimos dois anos, incluí um pedido para conseguirmos assumir um apostolado numa diocese vizinha, que participa no programa do Seminário. O Bispo é um religioso dominicano, que pede a presença da Congregação em sua diocese para ajudá-lo e ajudar o clero diocesano. Esta diocese tem a maioria das vocações do seminário que nossos Coirmãos dirigem. A língua para toda a missão é o inglês e, além dele, a língua local. Animo todos os missionários a aprender a língua dos nativos para entrarem mais na cultura e na vida daqueles a quem estão chamados a servir.

2. Papua-Nova Guiné. O membro mais recente da missão em Papua-Nova Guiné é o Pe. Justin Eke, da Vice-Província da Nigéria, que se une a nossos outros três Coirmãos. Esta missão, que começou como um serviço num seminário nacional como formadores, se está agora estendendo, desde o ano passado, e inclui um trabalho pastoral numa paróquia de periferia, que também servirá  como casa de discernimento para os candidatos que se sentem atraídos pelo modo de vida vicentino. Como os contratos de alguns de nossos homens ali estão chegando ao fim e desejam passar para outros ministérios, quer em suas Províncias, quer na Congregação, faço este apelo a Coirmãos que tenham alguma experiência em formação e queiram colaborar neste seminário que está crescendo muito, graças à colaboração que a Congregação prestou nestes últimos anos.

Além disso, recebemos um pedido do Bispo de Bereina, Dom John Ribat, que agora é o Arcebispo de Port Moresby. Numa carta de 6 de junho, convidou a Congregação para ter uma presença maior na Diocese de Bereina. De vez em quando, nossos Coirmãos que trabalham no Seminário dão do seu tempo, na Páscoa ou no Natal, em trabalhos paroquiais. Nota-se maior carência numa zona isolada e montanhosa da diocese. Atualmente, há quatro paróquias vagas nas montanhas. Obviamente, há uma necessidade desesperada de sacerdotes. Ele nos pediu que assumíssemos uma paróquia, de preferência a chamada Woitape. Se alguém se sentir inclinado a este tipo de trabalho paroquial, as línguas são o inglês e a local do povo. Se você desejar mais informações, o Bispo nos mandou dados gerais sobre a diocese. Sugiro-lhe que entre em contato com a Cúria e lhe mandaremos o que temos. O Pe. Rolando Santos, Coirmão das Filipinas, que passou um tempo na paróquia de Woitape, escreveu: “Quem vier deve ser jovem e ter saúde, para poder fazer caminhadas na selva, que podem durar um dia inteiro”. Espero que possamos aceitar a oferta do bispo e encarregar-nos dessa paróquia. Aquela gente está por certo entre os Pobres mais abandonados.

3. El Alto, Bolívia. O membro mais recente desta nossa missão é o Pe. Cyrille de Nanteuil, da Província de Paris. Uniu-se a nossos outros três missionários num extenso e variado território de missão. Como vocês já devem saber, em El Alto necessitamos formadores e também missionários nas paróquias. As línguas são o espanhol e o aimará, a do povo do local. Estamos atualmente em processo de reorganização dessa missão. Temos o apoio total do Bispo que está encantado com a presença dos Vicentinos, desde que chegamos a sua diocese. Ele nos estimula a aumentar nossa presença. Trata-se, na verdade, de um território de missão: difícil e desafiador. Sei que há alguns de vocês que podem aceitar este desafio.

MISSÕES PROVINCIAIS

4. Província da Áustria. É um convite para que alguns Coirmãos aprofundem mais sua compreensão do Islã, enquanto participam pastoralmente em nosso trabalho apostólico em Istambul. Como muitos de vocês sabem, o último missionário que se ofereceu como voluntário para Istambul foi o Pe. Claudio Santangelo, a quem pedimos que nos ajudasse, por um certo tempo, como Secretário Geral da Congregação. Assim, faço um apelo urgente aos Coirmãos, para que vão conhecer o mundo do Islã e pôr-se em contato com esta desafiadora realidade de nosso mundo e da Igreja de hoje. Em Istambul, precisamos de Coirmãos que queiram aprender turco e além disso fazer estudos inter-religiosos. As línguas da Comunidade de São Jorge, onde residiriam os Coirmãos, são o alemão e o inglês.

5. Vice-Província dos Santos Cirilo e Metódio: Como escrevi anteriormente, a CEVIM, Conferência dos Visitadores da Europa e do Oriente, deu a esta Vice-Província uma significativa ajuda financeira e algum pessoal, proveniente das Províncias da Polônia, da Eslováquia e da  Eslovênia. Mas dirijo de novo este convite a toda a Congregação, para servir nesta região onde a fé, depois de ter estado reprimida por tantos anos, está despertando muito vivamente. Há muito empenho entre os Coirmãos na Vice-Província, para aumentar sua presença. Para fazê-lo, precisam da ajuda e da presença de Coirmãos bons e com boa saúde. O Pe. Paul Roche, Vice-Visitador, escreve: “Estamos lutando por ter mais pessoal, ao mesmo tempo em que precisamos mandar alguns para se prepararem e precisamos ter pelo menos mais uma casa e conseguir pô-la em marcha. Talvez sirva um pouco de atração a idéia de estarem trabalhando na antiga URSS ou talvez as pessoas tenham medo da língua, que é o russo”…

6. Província da Hungria. Acabo de fazer a visita canônica à Província. Vi o bom trabalho que se está fazendo. Mas também notei a grande carência de Coirmãos. Há dez Coirmãos na ativa, dois dos quais têm 95 anos. Estão fazendo trabalho com os jovens, seja numa escola superior, situada numa das zonas mais pobres do país, seja na universidade, que oferece diversas possibilidades: ensinar uma língua ou exercer algum ministério no campus universitário. Falei com o Sr. Cardeal e dois Bispos de lugares onde trabalham nossos Coirmãos. Os três pedem ajuda. A língua é o húngaro.

7. Províncias da Itália – Albânia.  Depois que escrevi minha última carta de chamada para as Missões, dois novos missionários foram destinados à Albânia: O Pe. Giovanni Colombi, da Província de Turim, se está preparando para trabalhar lá na missão, depois de muitos anos trabalhando em Madagascar; e o Pe. Vittorio Pacitti, da Província de Roma, já está trabalhando como Subdiretor das Filhas da Caridade para a Região da Albânia-Kóssovo. As línguas que se falam são o albanês e o italiano. O trabalho é ao mesmo tempo em paróquias e no acompanhamento da formação de nossos candidatos. Tenho muito gosto em dizer aqui uma palavra de agradecimento ao Pe. Giuseppe Ferrara, por seus 14 anos de serviço nesta missão. Voltou agora para sua Província de Nápoles, depois de um admirável apostolado na Albânia.

8. Província da China. Em novembro, visitarei a Província, onde espero fortalecer nossa presença evangelizadora. A China é o país mais promissor do mundo. Muitas Congregações criaram programas de  formação e evangelização a longo prazo. As línguas são o inglês, o taiwanês e o mandarim chinês. É por certo uma missão difícil, mas a Congregação tem uma longa tradição de presença na China.

o de nossos Coirmãos da Província. Três são indonésios e um é francês, mas membro da Província da Indonésia. Durante a visita, o bispo me expôs  várias necessidades de sua diocese que se ligam claramente a nosso carisma. Partilho-as aqui com vocês.

Há uma necessidade muito especial, de um sacerdote de um pouco mais de idade para acompanhar os padres mais novos. A idéia é termos um Coirmão capaz de acompanhar os sacerdotes na diocese. Teria que ser um homem de espiritualidade, capaz de ouvir, animar e fazer perguntas adequadas; uma pessoa que possa despertar confiança e saiba guardar a confidencialidade; que esteja interessado no crescimento daqueles jovens, como pessoas e como sacerdotes. O Coirmão teria sua residência em Kiunga, na sede da diocese. Dali precisaria ir, de tempos em tempos, aonde vivem os padres, em paróquias afastadas. Um Coirmão que já tenha tido uma experiência missionária seria ideal.

Precisam também de um sacerdote para acompanhar os candidatos ao sacerdócio, enquanto fazem seus estudos secundários. Pretendem construir uma casa de formação, em 2008, para uns 12-15 candidatos sérios ao sacerdócio. Será uma casa para o discernimento. Esperamos, para 2009, ter um Coirmão disposto a ajudar acompanhando aqueles jovens, nessa etapa de sua formação. Durante o dia, o Coirmão poderia ocupar-se com outros ministérios, seja colaborando nas paróquias de Kiunga, seja noutros serviços diocesanos. Precisamos de um padre que queira bem aos jovens e esteja disposto a consagrar seu tempo a eles.

Em terceiro lugar, o bispo está buscando sacerdotes que se encarreguem de algumas das paróquias de sua diocese.

Para mais informação referente à Diocese de Daru-Kiunga, podem escrever aqui à Cúria. O bispo deixou conosco muitas informações sobre a diocese. As línguas são o inglês e uma língua local.

10. Província de Cuba.  Cuba aparece sempre, entre outras Províncias, nesta Carta de Chamada para as Missões, em razão do pequeno número de Coirmãos que trabalham lá, apesar das grandes necessidades do país. Como sabem, a língua é o espanhol.

Recentemente recebemos uma bênção duplicada em Cuba. O Coirmão recém-ordenado, Pe.  Nelson Rafael Paulino López, da Província de Porto Rico, que fez os últimos anos de formação em Cuba, ofereceu-se para continuar trabalhando lá como missionário. Além disso, a Província de Porto Rico ofereceu generosamente a ajuda do Pe. Marion Poncette, ao menos por um ano, como Diretor do Seminário Interno.

Aproveito a ocasião para pedir a todos que rezem pelo Visitador de Cuba, Pe. Justo Moro. Está agora na Espanha, tratando de alguns problemas sérios de saúde. Pedimos para ele uma boa recuperação a fim de que possa voltar logo à querida Cuba.

11. Província de Barcelona. Já no ano passado, pudemos responder a seu pedido de missionários para trabalhar em San Pedro Sula, na região da Moskítia, em Honduras. Hoje está trabalhando lá o Pe. Włodzimierz Małota, da Província da Polônia. Está na paróquia de Puerto Lempira. Outro missionário que se está preparando para ir a Honduras é o Pe. Miguel Ángel Renes Ayala, da Província de Madri. Também se ofereceu para ir trabalhar lá outro jovem Coirmão da Província da Polônia. Estará livre para viajar em 2008. As línguas faladas são o espanhol e o miskito.

12. Província de Salamanca. Pediu muitas vezes, ao longo dos anos, que sua missão de Nacala, em Moçambique, fosse incluída na Carta de Chamada para as Missões, de outubro. Alegro-me em poder contar que já tivemos duas respostas positivas. Uma, do Pe. Maurice Pilloud, da Província de Tolosa. Já está trabalhando na missão. E, num futuro próximo, chegará o Pe. Amine Weldegebriel, da Província de São Justino de Jacobis. A língua de Moçambique é o português. Pela  expansão contínua das possibilidades pastorais, lá sempre há necessidade de Coirmãos que reforcem a missão. Também acompanham uma Comunidade de Missionários Seculares Vicencianos (MISEVI).

13. Vice-Província de Moçambique. Depois da última vez que escrevi, há dois novos voluntários em Moçambique. São o Pe. Eli Chaves dos Santos, da Província de Rio de Janeiro, antigo Visitador e membro da Diretoria Executiva da CLAPVI, e o Pe. Sisto Sisay, da Província da Etiópia. A Vice-Província é pequena e está sempre precisando de novos missionários. Por isto, animo outros de vocês a se unirem a estes entusiastas missionários no cumprimento de suas responsabilidades. A língua é o português.

OUTRAS NOTÍCIAS DE MISSÕES

Alguns missionários da Província da Índia do Sul trabalham na África, na Tanzânia. A missão está crescendo muito fortemente. Precisamente este ano passado, a Província mandou três novos membros: os Pes. George Kannamkulath, Raju Karickal e George (Cino) Thonakara. Entre as obras principais de nossos Coirmãos, estão a formação de nossos próprios candidatos e o trabalho em paróquias.

Alegro-me por anunciar que a Província da Eslováquia, no momento, está comprometida, estabelecendo uma nova missão na diocese de Trujillo, Honduras. Esta diocese também abarca a missão da Moskítia e é dirigida por nosso Coirmão, Dom Luís Solé. Quero felicitar a Província da Eslováquia por este esforço missionário. Já comprometida com a Vice-Província dos Santos Cirilo e Metódio, agora quer chegar também à América  Latina.

Outra boa notícia missionária é que a COVIAM, Conferência de Visitadores da África e de Madagascar, decidiu aceitar o apelo missionário do bispo de Moundou, no Tchad. Ainda estão nos seus primeiros passos. Um missionário visitou o Tchad e escreveu seu relatório. A Conferência agora está dialogando com a Cúria Geral sobre a própria missão. A Congregação da Missão não está no Tchad, mas a Família Vicentina sim, pois há uma comunidade de Filhas da Caridade, da Província de San Sebastián (Espanha). Fala-se francês e uma língua local. A COVIAM  pede que, quando comece a missão, seja incluída na Carta anual do Superior Geral, chamando para as Missões. Embora as Províncias da COVIAM tenham prometido enviar pessoal, pensam que é necessário deixar aberto o processo de voluntariado a todos os membros da Congregação.

Peço a Deus que inspire muitos Coirmãos a oferecer-se de modo especial para as missões..

Peçamos a Deus que dê à Companhia este espírito, este coração, este coração que nos faz ir para qualquer lugar, este coração do Filho de Deus, o coração de Nosso Senhor, o coração de Nosso Senhor, o coração de Nosso Senhor… Para isso ele enviou seus apóstolos e nos envia também com eles, para levar por toda parte seu fogo, por toda parte (SV XI, 291).

Seu irmão em São Vicente,

G. Gregory Gay, C. M.,

Superior Geral

ALGUMAS INFORMAÇÕES E CRITÉRIOS PARA OS QUE FOREM ESCREVER

1.    Se deseja apresentar-se como voluntário, escreva, por favor, sua carta ou seu e-mail, com tempo suficiente para que chegue a Roma antes de 27 de novembro de 2007.

2.    É claro que é muito útil conhecer a língua de antemão, mas não é absolutamente necessário. Os missionários terão um tempo adequado para a adaptação cultural e o aprendizado da língua.

3.    Embora não tenhamos estabelecido nenhuma idade limite, é certamente necessário que o missionário goze de saúde razoavelmente boa e de flexibilidade e capacidade para a inculturação.

4.    Os Coirmãos que se apresentarem como voluntários devem informar seu Visitador que o fizeram. Sempre falarei com o Visitador sobre o assunto.

5.    Sua carta deve dar-nos informações sobre sua pessoa, sua experiência ministerial, as línguas que conhece e sua preparação. Também deve indicar claramente qualquer interesse particular que você tenha, como, por exemplo, em qual missão desejaria participar.

6.    Mesmo que você já tenha escrito anteriormente, por favor, comunique-se comigo de novo. A experiência mostrou que os Coirmãos que estão disponíveis num determinado momento podem já não estar noutra ocasião, e vice-versa.

7.    Se você não puder oferecer-se como “dom”, pense numa ajuda econômica para o fundo de solidariedade vicentina.

FUNDO DE SOLIDARIEDADE VICENTINA

MÉTODOS PARA TORNAR EFETIVA SUA AJUDA ECONÔMICA

Ajudas Provinciais e Individuais

Cheques pagáveis à: Congregação da Missão, escrevendo-se no dorso: “Só Depósito”. Devem ser enviados a:

Pe. John Gouldrick, C. M.,

Ecônomo Geral

Via dei Capasso, 30

00164 Roma

Italia

 

Outras possibilidades por transferências bancarias podem ser combinadas com o Ecônomo Geral.

Em qualquer caso:

–   Daremos recibo de todas as doações.

–   Se sua contribuição não foi notificada num tempo razoável, comunique-se, por favor, conosco, para esclarecer o assunto.

–   Por favor, informe-nos se fez alguma transferência de dinheiro como mencionado acima.